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Quinta, 21 Dezembro 2017 18:28

Conferência sobre a Paz

Ex-presidene da Bolívia, Calos Mesa Gisbert, participa da conferência sobre a resolução de conflitos na América Latina.


No dia 25/10, teve lugar, na sala do Conselho Universitário da USP, a Conferência do Global Center for Peace Studies (GLIP-USP) - em cooperação com a Corte Permanente de Arbitragem da Haia (PCA) - sobre a paz mundial a e resolução internacional de conflitos com base nos preceitos contemporâneos da ética e compliance. A conferência internacional fundamentou-se nos desafios atuais atinentes à resolução de conflitos e à manutenção da paz na América Latina.
 
Participaram da mesa de abertura: a titular da Cátedra José Bonifácio, Beatriz Paredes, o ex-presidente da Bolívia, Carlos Mesa Gisbert, o titular da Cátedra Olavo Setúbal do Instituto de Estudos Avançados, Ricardo Ohtake, e a CEO da Pandora do Brasil, Rachel Maia.
 
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Para acessar o conteíudo integral da conferência, clique aqui.
Foi publicada na edição de outubro de 2017 da Revista de Estudios Brasileños (volume 4, número 8), da Universidade de Salamanca, entrevista com a socióloga, política e diplomata mexicana Beatriz Paredes. Realizada em 23 de maio de 2017 no Instituto de Relações Internacionais da USP e conduzida pelo professor Pedro Dallari, diretor do IRI, a entrevista possibilitou àquela notável líder social e política discorrer sobre uma gama variada de assuntos, o que fez com muita propriedade. Embaixadora de seu país no Brasil até recentemente, Beatriz Paredes foi convidada pela USP para dirigir, durante todo o ano de 2017, as atividades da Cátedra José Bonifácio, que é dedicada a estudos ibero-americanos e na qual sucedeu, como catedrática, ao estadista espanhol Felipe González. Na entrevista, ela aborda seu trabalho na universidade, que está centrado na coordenação de grupo de pesquisa dedicado à investigação da história e da situação atual dos povos originários da América Latina.Mas, indo além do universo acadêmico, Beatriz Paredes responde a perguntas sobre a realidade política da América Latina, sobre o México, o Brasil e o atual estágio das relações entre esses dois países, bem como sobre as relações entre a América Latina e a Península Ibérica. 

O texto publicado está acessível em: https://reb.universia.net/article/view/3076/beatriz-paredes-presencia-mexicana-brasil

Também está disponível o vídeo da entrevista, acessível em: https://www.youtube.com/watch?v=ptruxmF5aSE

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Nos dias 25 e 26 de outubro, o Centro de Resolução de Conflitos (CRC) da USP e a Faculdade de Direito da Universidade de Miami, em parceria com a Corte Permanente de Arbitragem (PCA, na sigla em inglês), promoveram dois eventos para discutir os temas paz e arbitragem. As atividades foram realizadas na Sala do Conselho Universitário, no prédio da Reitoria, em São Paulo.

O CRC é um programa do Instituto Global de Estudos sobre a Paz (GLIP, sigla em inglês para Global Institute for Peace Studies), núcleo de apoio à cultura e à extensão (Nace) da USP.

No dia 25 de outubro, o reitor Marco Antonio Zago participou da abertura do seminário “Desafios Éticos e Transparência: uma nova perspectiva sobre paz e resolução de conflitos na América Latina”.  A sessão inaugural do evento teve como tema “A resolução de conflitos na América Latina: uma abordagem multidisciplinar” e contou com a presença da titular da Cátedra José Bonifácio da USP e embaixadora do México no Brasil, Beatriz Paredes; do ex-presidente da Bolívia, Carlos de Mesa; do arquiteto e titular da Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência do Instituto de Estudos Avançados (IEA), Ricardo Ohtake; e da presidente da Pandora Joias no Brasil, Rachel Maia.

“Esta é uma iniciativa que faz parte das ações da USP, intensificadas nos últimos quatro anos, relacionadas a parcerias da Universidade com organismos internacionais”, afirmou o reitor. Dentre essas ações, Zago destacou a participação da Instituição na campanha “ElesporElas” [HeForShe], promovida pela ONU Mulheres, entidade dedicada a projetos na área de igualdade de gêneros e empoderamento das mulheres. A USP foi uma das dez universidades escolhidas internacionalmente para fazer parte do movimento, sendo a única da América do Sul a participar do projeto, que convoca pessoas de todo o mundo para desenvolver iniciativas e advogar pela igualdade de gêneros.

Segundo o cofundador da iniciativa, Gerson Damiani, a criação do GLIP e do CRC representa algo inovador para a USP e para a América Latina. “O Brasil sempre desempenhou papel de relevância na diplomacia e na manutenção da paz global, haja vista que o país, que conta com mais de 23 mil quilômetros de fronteiras terrestres e marítimas, apresentou situação de caráter intrinsecamente pacífico em toda sua extensão durante a integralidade do século XX. Além disso, a USP conta com um número expressivo de especialistas e estudiosos sobre os mais diversos temas do conhecimento, permitindo atuação proficiente na resolução de conflitos por arbitragem”, explicou Damiani.

Convenção de Nova Iorque

No dia seguinte, 26 de outubro, aconteceu o Diálogo sobre o Direito Internacional e a Convenção de Nova Iorque, promovido em parceria com o Internacional Council for Commercial Arbitration (ICCA).

 

A Convenção sobre o Reconhecimento e a Execução de Sentenças Arbitrais Estrangeiras – mais conhecida como Convenção de Nova Iorque – define que os tribunais dos países signatários aceitem contratos de arbitragem internacional e reconheçam as decisões arbitrais de outros países signatários. Considerado um instrumento fundamental para a arbitragem internacional, aplica-se a arbitragens que requeiram sua homologação no território nacional.

“A Convenção de Nova Iorque constitui o núcleo duro do Direito Internacional Privado que conhecemos. São os elementos que caracterizam a vontade das partes de se submeterem a um procedimento que culmina em uma decisão que seja exequível em inúmeras outras decisões, aplicando o mesmo Direito, as mesmas regras”, explicou o professor da Faculdade de Direito da PUC-SP, Cláudio Finkelstein, na abertura do diálogo.

A diretora do Instituto Internacional de Arbitragem da Universidade de Miami, Marike Paulsson, lembrou que “o principal propósito da Convenção de Nova Iorque é a promoção da efetividade da arbitragem internacional em todo o mundo”.

Na primeira parte do evento, a advogada Eleonora Coelho traçou um breve histórico da Convenção de Nova Iorque, assinada no dia 10 de junho de 1958, mas que só foi ratificada pelo Brasil em 2002. Em seguida, o advogado mexicano Francisco Gonzalez de Cossio, o professor da Faculdade de Direito da Universidade de Miami, Luke Sobota, e a advogada Adriana Braghetta analisaram o documento, artigo por artigo.

Na segunda parte do Diálogo, Luke Sobota e Francisco Loureiro abordaram o papel de responsabilidade estatal dos tribunais. Depois, Francisco Gonzalez de Cossio, o juiz Marcelo Sacramone e Marike Paulsson encerraram o evento falando um pouco sobre as convenções regionais.

Na segunda parte do Diálogo, Luke Sobota e o juiz Francisco Loureiro abordaram o papel de responsabilidade estatal dos tribunais. Depois, Francisco Gonzalez de Cossio, o juiz Marcelo Sacramone, Marike Paulsson, o representante da Tulio Toledo e Gerson Damiani encerraram o evento tratando das convenções regionais e do futuro da cooperação entre a USP e a Corte Permanente da Haia.

 

Fonte: http://jornal.usp.br/institucional/centro-de-resolucao-de-conflitos-da-usp-realiza-conferencia-sobre-paz-e-arbitragem/

 

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No dia 26/10, às 09h00, terá lugar a Conferência do Centro de Resolução de Conflitos (CRC-USP) - em cooperação com o International Council for Commercial Arbitration (ICCA) - sobre a Convenção de Nova York de 1958 para o reconhecimento de sentenças arbitrais estrangeiras. 

O evento ocorrerá na Sala do Conselho Universitário da USP, localizada na Rua da Reitoria, 374 -- Cidade Universitária, São Paulo.

Inscrições: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. | Referência: CRC-USP

Para acessar o programa, clique aqui.

 

[English]

 

On 10/26 at 9 a.m., USP Conflict Resolution Center (CRC-USP) will hold - in cooperation with the International Council for Commercial Arbitration (ICCA), the University of Miami and PUC-SP - a New York Convention Roadshow, followed by a judicial dialogue on international law.

The event will take place at USP President's Office Auditorium, located at Rua da Reitoria, 374 -- Cidade Universitária, São Paulo.

Registration: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. | Subject: CRC-USP

For the full program, please click here.

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No dia 25/10, às 14h00, terá lugar a Conferência do Global Center for Peace Studies (GLIP-USP) - em cooperação com a Corte Permanente de Arbitragem da Haia (PCA) - sobre a paz mundial a e resolução internacional de conflitos com base nos preceitos contemporâneos da ética e compliance. A conferência internacional fundamenta-se nos desafios atuais atinentes à resolução de conflitos e à manutenção da paz na América Latina.

O evento ocorrerá na Sala do Conselho Universitário da USP, localizada na Rua da Reitoria, 374 -- Cidade Universitária, São Paulo.

Inscrições: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.  | Referência: GLIP-Conference

 

Para acessar o programa, clique aqui.

 

 

[English]

 

On 10/25 at 2 p.m., the Global Center for Peace Studies (GLIP-USP) will hold, in cooperation with the Permanent Court of Arbitration (PCA), its first conference on Peace and International Conflict Resolution. The conference will address the challenges of ethics and compliance in contemporary Latin America. 

The event will take place at USP President's Office Auditorium, located at Rua da Reitoria, 374 -- Cidade Universitária, São Paulo

 

Registration: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.  | Subject: GLIP-Conference

 

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Exposição “Códices Mexicanos” revela pele e alma mesoamericanas

 

Até o dia 30 de julho, a mostra apresentará na USP reproduções de escrituras dos povos ameríndios

 

Produzidos pelas grandes civilizações que aqui viviam antes da chegada dos colonizadores, os códices são manuscritos feitos em cascas de figueiras, fibras de cacto ou pele de animais, onde se encontram relatos históricos e ideológicos dos povos ameríndios. Para a embaixadora do México e titular da Cátedra José Bonifácio da USP, Beatriz Paredes, “os códices são um pedaço de nossa pele, da pele da América Latina”.

Por isso, a catedrática, em conjunto com o Centro de Estudos Mesoamericanos e Andinos (Cema) da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, inaugurou no dia 23 de maio a exposição Códices Mexicanos: imagens, escritura e debate.

A mostra conta com reproduções dos códices pré-coloniais e coloniais produzidos pelos povos da Mesoamérica — astecas, maias e náuas — que viviam na região da América Central, abrangendo parte do território do México, Guatemala, Honduras e Nicarágua. A exposição estará em cartaz no Prédio da História e Geografia da FFLCH até o dia 30 de julho.

“Os códices, além de carregar nossa pele, carregam a nossa alma, e ensinam que a alma mesoamericana era uma alma que se comunicava com o cosmos. São as crônicas de nossas guerras, de nossas ascensões, de nossas memórias, de nossas derrotas, mas, sobretudo, são a consciência de que, desde então, o ser humano queria deixar gravada a sua memória”, reflete Beatriz.

Uma outra forma de pensar

Feitos pelas elites dirigentes das civilizações mesoamericanas, os códices eram usados para registrar acontecimentos importantes desses povos, fazer prognósticos sobre a sorte de cada ano, listar cidades e tributos conquistados e contar sua cosmologia.

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“Cada cidade ou vila da Mesoamérica tinha vários desses ‘livros’, mas, entre os códices pré-hispânicos, só sobraram 12”, informa Eduardo Natalino dos Santos, professor da FFLCH e um dos coordenadores do Cema. Com a chegada dos colonizadores europeus, a destruição de registros pré-coloniais foi uma violenta estratégia empregada para mudar a forma de pensar dos povos nativos que, então, eram catequizados.

“Os povos ameríndios têm um sistema de pensamento muito diferente do nosso”, diz o professor. “Estudar esses povos sem simplesmente projetar os nossos valores sobre eles é um grande exercício de alteridade. Porque geralmente nós pensamos que essas culturas são equivalentes às nossas, mas, na verdade, elas possuem diferenças muito radicais.”

http://jornal.usp.br/wp-content/uploads/20170529_00_codice_expo6-300x158.jpg 300w, http://jornal.usp.br/wp-content/uploads/20170529_00_codice_expo6-768x403.jpg 768w, http://jornal.usp.br/wp-content/uploads/20170529_00_codice_expo6-364x191.jpg 364w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" style="box-sizing: border-box; height: auto; max-width: 100%; vertical-align: middle; display: block; margin: 1px;">Eduardo Natalino é professor da FFLCH especializado na cultura mesoamericana – Foto: Marcos Santos/USP Imagens

Para esses povos, por exemplo, os deuses eram personificados em pessoas da elite dirigente e essas pessoas poderiam deixar de ser ou se tornarem deuses. “E isso muda muita coisa de lugar, porque torna essa fronteira entre homens e deuses muito mais permeável, muito mais transitável. A convivência com esses deuses era muito mais cotidiana, pois aquelas pessoas não representavam um deus impalpável, elas eram um deus”, explica. “Quando a gente começa a entender essas diferenças, isso ajuda a entender muitas outras coisas dessa sociedade.”

Outra característica que desafia os conceitos ocidentais é o sistema de escritura dessas civilizações. Nele, a iconografia podia ter valores tanto ideográficos — que representam uma ideia — quanto fonéticos — que representam como uma palavra deve ser pronunciada. Dependendo do povo que a utilizava, essas imagens poderiam ter usos mais ideográficos ou mais fonéticos, ou até mesmo misturavam um pouco dos dois.

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Para se referir a pessoas ou lugares, os ameríndios usavam formas genéricas, os topônimos, adornadas com símbolos que representassem suas particularidades ou a pronúncia de seus nomes. Assim, se uma montanha, o topônimo utilizado para se referir a uma cidade, era acompanhada por um sol e uma esteira, isso poderia significar que estas eram as características que a faziam ser reconhecida ou que seu nome era semelhante à pronúncia de “sol-esteira”.

Esse tipo de escritura foi sendo modificado no período colonial, que, apesar de haver a destruição em massa de registros pré-coloniais, também foi um período de intensa produção de novos códices, os códices coloniais.

“É um período ambíguo”, classifica Natalino. “Os missionários cristãos se interessaram pelo saber ameríndio, mas não tinham um interesse pela sua preservação, tinham interesse pela manutenção do poder.” A produção de códices coloniais foi feita em interface com os colonizadores como forma de reforçar o domínio sobre os povos nativos.

Nessa nova produção, as imagens começaram a ser acompanhadas de “traduções”, que sinalizavam aos colonizadores como os nomes eram escritos na língua nativa. Até mesmo o formato dos códices foi modificado. Antes da chegada dos europeus, eles tinham formato de biombo. A partir da colonização, começaram a ser feitos também em grandes telas, os lienzos, e alguns chegaram a ter formato de livro. Os traços dos desenhos mesoamericanos também começaram a ser mais europeizados.

As réplicas das coleções da Biblioteca da FFLCH, do Cema e da catedrática Beatriz Paredes que estão expostas na exposição reúnem as principais características de cada fase dessa parte da cultura ameríndia.

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A exposição 
Códices Mexicanos: imagens, escritura e debate estará em cartaz até o dia 30 de julho de 2017, no Prédio de História e Geografia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP. A visitação pode ser feita de segunda a sexta-feira, das 10h às 21h. Visitas guiadas ocorrem às terças-feiras, às 18h. Escolas ou grupos podem agendar um horário através do e-mail:  O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

 

 

Fonte: Jornal da USP (http://jornal.usp.br/cultura/exposicao-codices-mexicanos-revela-a-pele-e-a-alma-mesoamericanas/)

No dia 25/09 ocorreu a reunião mensal dos pesquisadores da Cátedra José Bonifácio, que contou com a presença da catedrática Beatriz Paredes, do Prof. Eduardo Góes Neves (Professor Titular de Arqueologia Brasileira do MAE-USP) e de Yawabane Kaxinawa, médico tradicional da Nação Kaxinawa. Na ocasião, os palestrantes disutiram os processos de descolonização e o indigenismo na América Latina, além dos problemas de integração e políticas públicas que os Estados nacionais na região enfrentaram nos séculos XIX - XX.

A reunião ocorreu na sala da Congregação do Instituto de Relações Internacionais da USP, Av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues, s/n, travessas 4 e 5.

No dia 07/08 ocorrerá a reunião mensal dos pesquisadores da Cátedra José Bonifácio, que contará com a presença de Beatriz Paredes. Na ocasião, a catedrática fará uma exposição que pretende discutir os processos de independência da América Latina e seus desdobramentos.

A reunião ocorrerá na sala da Congregação do Instituto de Relações Internacionais da USP, Av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues, s/n, travessas 4 e 5.

No dia 8, às 14h30, Beatriz Paredes fará parte do evento "Vozes feministas: design e política na América Latina", que pretende abordar a conexão entre política, feminismo e arte nos países latino-americanos, com foco na produção indígena.

 

O evento ocorrerá na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo na USP, R. do Lago, 876 - Butantã.

(Transcrição da Aula Magna de Felipe González, proferida na FEA-USP em 09 de março de 2016)

Como parte dos esforços de divulgar as atividades realizadas pelo Centro Ibero-Americano da USP, disponibilizamos a transcrição da Aula Magna "Os Desafios da Governança na Democracia Representativa" proferida pelo ex-presidente da Espanha Felipe González na Universidade de São Paulo.

 A Aula Magna ocorreu em 9 de março de 2016, na semana inaugural de boas-vindas ao presidente Felipe González à Cátedra José Bonifácio. As atividades da Cátedra no período resultaram na produção da coletânea Governança e Democracia Representativa, lançada pela Edusp em março de 2017. A obra, que conta com artigos de renomados professores e pesquisadores, pode ser visualisada aqui.

Além da Aula Magna, disponibilizamos a transcrição da cerimônia de posse de Felipe González na Cátedra José Bonifácio, que contou com discursos da escritora Nélida Piñon, da Profa. Dra. Maria Hermínia Tavares de Almeida e do M. Reitor da USP, Prof. Dr. Marco Antônio Zago. 

Um agradecimento especial destina-se aos pesquisadores Victor Silva, Giselle Moreira, Robson Hassman, Fabiana Oliveira, Jorge Peñaranda, André Carvalho, Edson Capoano e Alexandra Vivanco, integrantes do Grupo de Pesquisa da Cátedra José Bonifácio 2016, pela valiosa transcrição das atividades.

 As transcrições podem ser acessadas nos seguintes links:

 Aula Magna de Felipe González (em espanhol)

 Cerimônia de Posse de Felipe González

 

 

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